domingo, 7 de agosto de 2011

Foi de tanto não entender que eu percebi: aquela vida não era pra mim.
Gente efusiva demais, superficial demais. A roda gira, as pessoas mudam, mas é a mesma essência cretina. O filme se repete 1572 vezes. Tem sempre alguém querendo aparecer, se dar bem.
Dissimula, imita, finge ser quem não é que um dia chega lá... e se perde.
Ser alvo de gente desequilibrada e sem personalidade agora é uma opção; e eu escolhi fugir.
Essa é a minha vida, e eu escolho quem ou o quê faz parte dela.
No meu espetáculo, a platéia é restrita. Gente que me olha com o coração, e não com os olhos.
No meu palco, não existe atores.
Atrás das cortinas não há discordia.
É simples. Eu escolho a cor do meu set. E a partir de hoje ele sempre será colorido pro meu elenco. Pro restante, ele é preto e branco...







0 comentários:

Postar um comentário

" Grandezas do ínfimo... "