quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Antes de conhecer mais a fundo as pessoas, consigo fazer um balanço (ainda que superficial) de quem elas são. Pode parecer arrogância e presunção falar dessa maneira, mas talvez haja uma explicação razoável para o que sinto quando conheço alguém... quem sabe aura, energia, santo... o que sei, é que na maioria das vezes consigo captar a essência das pessoas. Já me decepcionei feio com muitas por querer acreditar que poderia, só por uma vez, estar enganada, mas em algum lugar dentro de mim havia sempre uma certeza, quase que descomunal, de que a decepção viria por insistencia .
Em determinados encontros sinto uma pontada no peito, uma sensação de estar sendo forçosamente ludibriada. Sorrisos e elogios em demasia, perguntas sem sentido aparente, aproximação premeditada e intimidade zero. Fatos que ocorrem não só comigo, mas com pessoas que me rodeiam. Me incomoda. E me fecho. Como um botão de rosa.
Seja lá qual for o motivo do desgosto (aura, energia ou santo que não bateu), dificilmente você terá um dia minha simpatia. É simples. Se não lhe dou abertura pro meu mundo, não tente entrar.
Para livrar o coração de gente assim é preciso estômago forte e equilíbrio, pois certamente você terá problemas em afastá-las.
Todos querem saber o motivo de uma porta trancada e acredite, as pessoas fazem qualquer coisa por isso. Elas querem descobrir o quão ruim você sabe que elas são. Então fazem alarde, cena de injustiçado. E você... será a própria inquisição.
O que acontece é que nem todo mundo capta a essência dos outros de cara e provavelmente acharão o lobo em pele de cordeiro (sendo bem exagerada na citação) "um amor de pessoa".
Tudo bem... não é que o lobo vá comer a sua vovozinha e te esperar pra comê-lo também, mas ele certamente se aproximou de você com algum interesse. E isso...
eu não perdôo.
Chico Xavier que me desculpe.

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" Grandezas do ínfimo... "